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ooe-mail: info@projeto-puma.org

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Calendário 2010:

Agosto - Setembro 2010

Inscrições pelo e-mail:
info@projeto-puma.org

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ANÚNCIO PARA IMPRIMIR/ ENVIAR:

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Programação:

Voce irá participar de uma expedição de pesquisa. Iremos abordar o porque desta pesquisa, situação da onça e do puma no sul do Brasil e Mata Atlântica, explicar o que estamos fazendo ali, objetivos alcançados e a alcançar, métodos de pesquisa a campo e tratamento de dados (e porque estamos usando o método atual), etc.

Enfim, voce irá entender quais questões uma pesquisa de campo tenta responder e como abordar estas questões com a abordagem amostral e com os metodos empregados.

E por fim, você estará na prática integrando uma equipe, indo atrás de dados no campo, e tendo noções de como armazená-los em um sistema de Sistema Geográfico de Informação.

Nos dois primeiros dias ficaremos próximos à base principal, no terceiro dormiremos acampados em um local avançado dentro da floresta (overnight), e no quarto dia iremos de barco para a Baía de Guaratuba, caminhar em trilhas.

A programação é uma referência das atividades, mas quase nunca é possível ater-se à horários rígidos, pela própria natureza das atividades, para as quais é preciso adaptar-se conforme as condições (climática, de prioridade, etc) e possíveis imprevistos.

Primeiro dia

07:00 hs café da manhã
08:00 hs explanação sobre o projeto, uso de equipamento, área de estudo e mapas, UCs de interesse do trabalho
10:30 hs saída para o campo para inspeção de trilhas
e instalação de armadilhas fotográficas
12:30 hs almoço no campo
16:15 hs descanso/higiene
19:00 hs jantar

20:00 hs conversa sobre as próximas atividades; leitura de mapas com as localizações para instalação das armadilhas

Segundo dia

07:00 hs café da manhã
08:00 hs saída para verificar/instalar armadilhas fotográficas e de rastro
12:30 hs almoço
15:00 hs saída para acampamento
20:00 hs
descanso

Terceiro dia

6:00 hs café da manhã
7:00 hs volta para base de campo

12:30 hs almoço
17:30 hs retorno
20:00 hs jantar

Quarto dia

6:00 hs café da manhã
7:00 hs saída na Baía de Guaratuba para
rastrear animais
12:30 hs almoço
16:00 hs encerramento. Retorno

IMPORTANTE:

O ROTEIRO ACIMA DEPENDE DAS CONDIÇÕES CLIMÁTICAS. ALGUMAS ATIVIDADES PODEM REPRESENTAR RISCO CASO REALIZADAS DURANTE CONDIÇÕES ADVERSAS. NESTES CASOS IREMOS ADOTAR ATIVIDADES ALTERNATIVAS.


SE POR ALGUM MOTIVO O PARTICIPANTE NÃO PUDER OU NÃO QUISER FICAR NA BASE, HÁ POSSIBILIDADE DE HOSPEDAR-SE NO HOTEL CAIERIAS, NA CIDADE DE MATINHOS Fone do Hotel: 41 3452 1917 / 3473 9144/ 3473 2858.
www.hotelcaieiras.hpg.com.br.
CONFIRME OS VALORES DO HOTEL NA ENTRADA. FIQUE ATENTO PARA NÃO PAGAR MAIS DO QUE O PREÇO ESTIPULADO.

Expedição para todos

As expedições do Projeto Puma visam a conservação das espécies da fauna. Qualquer pessoa pode participar, inclusive turmas especiais podem ser organizadas para atender empresas. Para aqueles com aprendizado em Ciências Biológicas e disciplinas associadas, proporciona uma experiência dificilmente obtida em outras instituições, seja por não constar em currículos regulares, ou seja pelas poucas vagas disponíveis em laboratórios especializados.
Os programas de campo são realizados por vários dias consecutivos na na Serra do Mar Paranaense.
Programas teóricos são oferecidos intensivamente durante dois dias, ou durante quatro finais de semana, aos sábados.
Consulte a tabela e os links abaixo para maiores informações. Inscrições pelo e-mail info@projeto-puma.org

Sobre o cientista docente

Marcelo Mazzollli é Doutor em Ecologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2006), mestre em Ecologia pela University of Durham (2000), e Bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Santa Catarina (1992). É consultor sobre felinos na União Mundial para Conservação da Natureza (IUCN) e no IBAMA, diretor-geral do Projeto Puma, e professor da Universidade do Planalto Catarinense (UNIPLAC). Tem experiência na área de Ecologia e Zoologia, atuando principalmente nos seguintes temas: grandes felinos, processos de extinção, e conservação da natureza.
Currículo Lattes

Artigos para download

CORREDOR DO TIGRE: RASTREANDO ONÇAS E PUMAS NA SERRA DO MAR

Sinopse: A Serra do Mar é o mais importante refúgio da onça-pintada na Floresta Atlântica, considerado um dos ecossistemas mais ameaçados do mundo. Neste ecossistema a área disponível para o felino vem diminuindo a olhos vistos. Os participantes vão fazer parte de uma pesquisa que pretende registrar os ambientes utilizados pela onça, em um dos locais onde a onça encontra-se mais ameaçada, ao sul de sua distribuição. Os participantes estarão particularmente envolvidos nesta missão, na APA de Guaratuba e imediações do Parque Nacional Saint-Hilaire/Lange.
Para mais informações técnicas, veja publicações


Imagem de satélite com a localização da base de estudo (ponto vermelho), na borda do Parque Nacional Saint-Hilaire/Lange, próximo a Baía de Guaratuba.

 


Mapa político e rodoviário com a localização da área de estudo (flecha), a 100 km de Curitiba.

 

Material para trazer:

- Uma botina para caminhada e outra de borracha. A umidade é alta durante a noite e de manhã cedo, nenhum tênis ou bota de couro permanece seco por muito tempo, e isto é RUIM pois a temperatura pode ser muito baixa durante o inverno, e um calçado molhado e frio é indesejável.

- Capa de chuva.

- É recomendável trazer repelente de insetos, esta área é úmida e cheia deles. Podem trazer também repelentes elétricos para ligar na tomada.

- Roupa de banho !! o calor vai ser tentador para um banho de rio ou de piscina.

- Durante o inverno, trazer blusa de lã, gorro, e uma manta. Quem tiver saco de dormir, pode trazer, senão será fornecido um aqui. Fornecemos também colchonete e isolante térmico.

- Trazer uma mochila pequena para levar em caminhadas. Nas manhãs faz frio e geralmente veste-se muitas blusas e casacos, mas a medida que o dia passa e vai esquentando as roupas são desnecessárias. Ter um mochila a mão para levá-las é conveniente, principalmente em caminhadas (levar roupa na mão é incômodo).

- A alimentação está inclusa, mas é bom lembrar de levar 'extras', como chocolates, barras de cereal, bolachinhas, e uvas passas, para comer durante o dia enquanto estamos longe da base. Solicitamos aos vegetarianos que nos informem com antecedência as restrições na dieta, para que os ajustes nas refeições possam ser programados.

- Levar lanterna e pilhas para caminhadas noturnas eventuais e para uso dentro da cabana durante a noite para buscar peças de roupa, alimento, etc. Recomendamos que cada um tenha uma lanterna pessoal, mesmo que pequena.


Base de apoio da Ecoplan em Matinhos

Duração e período:
Quatro dias mínimo, todos os anos
em Agosto-Setembro.

Número de vagas:
Grupos de até 7 pessoas.

Propósito:
Oferecer possibilidade a estudantes, professores, e público interessado, em participar ativamente de um projeto de pesquisa e conservação, levantando informações que serão vitais para entender quais ambientes são ocupados pela onça e suas presas. Com esta informação, será possível trabalhar para proteger este ambientes de forma mais adequada. Quatro a cinco quadrantes de 2x2 quilômetros serão amostrados, utilizando máquinas fotográficas automáticas e armadilhas de rastro. Estes quadrantes serão instalados e monitorados pelas equipes participantes.

A quem se destina:
Desde pessoas com interesse geral até professores e estudantes de graduação e pós-graduação em ciências biológicas e áreas afins, gestores ambientais, e funcionários de órgãos de meio ambiente. Equivale a 40 horas de estágio supervisionado em Universidades, com direito a certificado. Não recomendamos para pessoas com problemas respiratórios ou cardíacos, que se agravam com caminhadas exigentes.

Outras informações:

Valor e logística:
R$ 600,00 por pessoa para 4 dias e R$ 1.000,00 para 7 dias, incluindo estadia, alimentação, transporte interno, colchonetes, sacos de dormir, e redes. Os recursos de sua contribuição serão usados para pagamento da hora de trabalho do guia e pesquisador, além de cobrir as despesas do grupo e da pesquisa como um todo.

Inscrição:
PRELIMINAR: enviar por e-mail nome completo, período preferido, instituição e atividade, telefone (preferível celular para contato rápido). Informar situações de saúde que possam impedir caminhadas forçadas.
DEFINITIVA:
inscrição de 200 reais (depósito bancário) e restante (400 reais) a vista ou em 1+1 de 200 Reais.

Local de campo:
Municípios de Guaratuba e Matinhos, no Estado do Paraná.
Na chegada e saída será usada a instalação da Ecoplan (veja abaixo), a qual poderá ser usada permanentemente como base ou como ponto de apoio para um acampamento em cabanas localizadas em áreas mais remotas.

Trabalho em equipe:
Trata-se de uma expedição em grupo, de maneira que os integrantes devem tomar para si muitas das responsabilidades para o bom andamento do grupo. O grupo é, por exemplo, responsável pela limpeza da base onde estaremos alojados, preparo da alimentação, acondicionamento de suas próprias roupas, e demais tarefas para manter a ordem do local. No campo, os integrantes irão abrir trilhas, anotar registros de animais, e outras tarefas que serão importantes para o aprendizado de todos.
A disciplina e organização será exigida de todos para o bom funcionamento da expedição.A expedição não é um curso, portanto não há relação professor-aluno. Apesar do conteúdo teórico e prático inerente a este programa, o grupo será tratado como equipe de trabalho, portanto esta relação será relativamente informal.

Logística de chegada:
O ponto de encontro é em
Matinhos, que fica aproximadamente 100 km de Curitiba. Como as atividades de pesquisa começam na manhã do primeiro dia, é adequado chegar no dia anterior ao início. A ECOPLAN disponibilizou a base de projetos em Matinhos para o desenvolvimento do Corredor do Tigre.
A instrução é o pessoal tomar um ônibus de Curitiba a Matinhos (Viação Graciosa-verifique os horários em http://www.viacaograciosa.com.br) que permita desembarque antes da balsa (ferry-boat).
Informando antecipadamente, podemos buscá-los no ferry-boat.
Caso venha de carro, a base fica próximo do ferry-boat, na localidade de Cabaraquara, passando o iate clube de Caiobá mais ou menos a 2km para frente, depois do restaurante Vivere Parvo e do Ostra Viva. Fica a esquerda de quem vai, com uma placa indicando Centro de Operações Costeiras. Veja foto abaixo. A base será usada de apoio para chegada e saída da cidade.
A seguir verifique também a tabela de ônibus de Curitiba-Matinhos.Para quem chega de avião, há um ônibus chamado 'executivo' que faz o itinerário aeroporto-rodoviária (de Curitiba) e vice versa em intervalos de 20 a 30 minutos, até as 23 hs. Custa 8 reais, e leva entre 35 a 40 minutos para fazer o trajeto.Obs.: Para mais informações sobre o projeto completo de conservação da onça-pintada, ver link 'download', acima e a esquerda desta página.

Expedições recentes — CORREDOR DO TIGRE
Expedições anteriores
3 a 17 de Agosto de 2009
Primeira expedição realizada completamente na base de campo de Canasvieiras. Também a primeira vez em que um relatório foi produzido em português. Para vê-lo acesse aqui.

7 a 15 de Agosto de 2008
Durante esta expedição o Projeto Puma e a equipe de participantes instalou armadilhas fotográficas no Parque Nacional Saint-Hilaire/Lange e na conexão do parque com a Guaricana, através do Morro Alto. Nesta conexão registrou espécies como o cateto e a anta, não encontradas antes em nenhum outro lugar do parque.


Grupo na base da Ecoplan em Matinhos.



Montagem de armadilha fotográfica no campo
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18 a 31 de Julho de 2007
Nesta expedição o grupo deslocou-se no Parque Nacional Saint Hilaire-Lange, mas também foi à procura da antiga base da polícia ambiental na Fazenda Guaricana, de propriedade do Ibama. Nesta cadeia de montanhas, que corre paralela ao Parque Nacional, encontrou uma integridade excepcional devido ao patrulhamento por vigias particulares.


Giácomo Clausi (Programa Nhandara), Claudieli dos Santos Hekavey, Aline Batalha Borini (Unisantos), e Rodolpho M.C.Azevedo (UNIabc) obtendo informações com o Sr. Antônio na Fazenda Zugman, antes de começar a caminhada até próximo da Lagoa do Parado.


Segundo grupo com Marcela M.W. Paiva (UNB) e Débora Zancanaro (UFPR litoral), acompanhadas por Marcelo Mazzolli (Projeto Puma), Cabo Augustynczyk e soldado Xavier, após a caminhada até o Posto da Polícia Ambiental na Fazenda Guaricana.


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